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Quando chega o Natal...

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Ir. Zuleides Andrade, ASCJ Há tantos afazeres que tomam nossa atenção e tempo, durante o ano. Há tantas pessoas com as quais convivemos, interagimos ou simplesmente passam pelo nosso caminho. Mas quando chega o fim do ano e, principalmente, quando chega o Natal, nosso coração e nossa mente se recolhem. Criamos espaço interior de silêncio e de paz para, mais uma vez, acolher e seguir os ensinamentos do Mestre Divino. Iniciamos um canto de gratidão, acompanhado de ações de fraternidade, procurando responder aos muitos convites que nos faz a Festa do Aniversário de JESUS.

Advento: Renovar a esperança.

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Por Ir. Valéria Andrade Leal A dvento, tempo de espera e esperança, de atenção e vigilância, de alegre chegada e amorosa acolhida, Esperar uma pessoa especial e querida requer cuidadosa preparação, como uma noiva que se enfeita para a chegada de seu amador. E, hoje esperar a chegada do Senhor é aguçar nossa sensibilidade para captar os inúmeros sinais da manifestação de Deus em nosso tempo, ainda tão conturbado e, em nossa realidade humana, ainda tão desumana e sofrida; é intensificar nosso desejo de felicidade plena, de relações fraternas, verdadeiras e duradouras, de justiça e paz; é afirmar profeticamente a esperança superando todo o pessimismo e desencanto que nos possam abater; é apressar, como nosso empenho corajoso e diário, a chegada do Reino, abrindo-nos e nos entregando mais ao projeto de vida e de libertação para todos.

A Gratidão em Madre Clélia

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Por Ir. Valéria Andrade Leal Aos religiosos dos EUA, o Papa Francisco ressaltou a importância da gratidão. Disse ele: “A alegria de homens e mulheres que amam a Deus atrai a outros; sacerdotes e consagrados chamados a sentir e irradiar uma satisfação permanente com a sua vocação. A alegria brota de um coração agradecido. É verdade! Recebemos muito, tantas graças, tantas bênçãos; e alegramo-nos. Far-nos-á bem repassar com a memória as graças da nossa vida. Memória daquela primeira chamada, memória do caminho percorrido, memória de tantas graças recebidas..., e, sobretudo memória do encontro com Jesus Cristo em tantos momentos durante o caminho. Memória do encanto que produz em nosso coração o encontro com Jesus Cristo. Irmãs e Irmãos, consagrados e sacerdotes, peçamos a graça da memória para fazer crescer o espírito de gratidão. Talvez convenha perguntar-nos: Somos capazes de enumerar as bênçãos que vieram sobre nós, ou já me esqueci delas?”. Também nossa mãe e mestra, M...

A Virtude da fortaleza

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Por Ir. Valéria Andrade Leal Com nossa Fundadora, queremos hoje vivenciar a virtude da fortaleza, retomando nossa caminhada e as razões que nos impulsionam a perseverar na vocação e no projeto de santidade.  fortaleza é a virtude moral que dá segurança nas dificuldades, firmeza e constância na procura do bem” (CIC 1808). Esta virtude podemos facilmente identificar em Madre Clélia. Muitas foram as adversidades que encontrou e frente a elas manteve-se sempre firme, resoluta. Aceitava tudo unindo seus sofrimentos aos de Jesus e mantinha-se firme em seus propósitos, pois tinha seus “olhos fixos em Jesus” (Cf. Hb 12,1).

A Virtude da prudência

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“A prudência é a virtude que dispõe a razão prática a discernir em qualquer circunstância nosso verdadeiro bem e a escolher os meios adequados a realizá-lo” (CIC 1806). Madre Clélia buscava constantemente a assistência do Espírito Santo, fonte de sabedoria e discernimento. Desta forma, ela viveu a prudência, pois em sua humildade reconhecia a necessidade do auxílio divino para tomar, em cada situação, a melhor resolução. Ela nos ensina a contar com a assistência do Espírito Santo para que nossas decisões sejam santas e boas. Neste dia, com Madre Clélia e o Divino Espírito, vivamos a virtude da prudência, em nosso agir, falar e pensar.